Nunca houve noite que pudesse impedir
O nascer do sol e a esperança
E não há problema que possa impedir
As mãos de Jesus prá me ajudar...
Sou um milagre!!
5... 4... 3... 2... - Parem! Esperem aí. Onde é que vocês pensam que vão?
Plunct Plact Zum Não vai a lugar nenhum!! Plunct Plact Zum Não vai a lugar nenhum!! Tem que ser selado, registrado, carimbado Avaliado, rotulado se quiser voar! Se quiser voar.... Pra Lua: a taxa é alta, Pro Sol: identidade Mas já pro seu foguete viajar pelo universo É preciso meu carimbo dando o sim, Sim, sim, sim. O seu Plunct Plact Zum Não vai a lugar nenhum! Plunct Plact Zum Não vai a lugar nenhum! Tem que ser selado, registrado, carimbado Avaliado, rotulado se quiser voar! Se quiser voar.... Pra Lua: a taxa é alta, Pro Sol: identidade Mas já pro seu foguete viajar pelo universo É preciso meu carimbo dando o sim, Sim, sim, sim. Plunct Plact Zum Não vai a lugar nenhum! Plunct Plact Zum Não vai a lugar nenhum! Mas ora, vejam só, já estou gostando de vocês Aventura como essa eu nunca experimentei! O que eu queria mesmo era ir com vocês Mas já que eu não posso: Boa viagem, até outra vez. Agora... O Plunct Plact Zum Pode partir sem problema algum Plunct Plact Zum Pode partir sem problema algum (Boa viagem, meninos. Boa viagem).
Alô, alô, marciano Aqui quem fala é da Terra Pra variar estamos em guerra Você não imagina a loucura O ser humano ta na maior fissura porque Tá cada vez mais down o high society
Down, down, down O high society
Alô, alô, marciano A crise tá virando zona Cada um por si todo mundo na lona E lá se foi a mordomia Tem muito rei aí pedindo alforria porque Tá cada vez mais down o high society
Down, down, down O high society
Alô, alô, marciano A coisa tá ficando russa Muita patrulha, muita bagunça O muro começou a pichar Tem sempre um aiatolá pra atola Alá Tá cada vez mais down o high society
Down, down, down O high society
Alô, alô, marciano Aqui quem fala é da Terra Pra variar estamos em guerra Você não imagina a loucura O ser humano ta na maior fissura porque Tá cada vez mais down o high society
Enquanto eu corria Assim eu ía Lhe chamar! Enquanto corria a barca Lhe chamar! Enquanto corria a barca Lhe chamar! Enquanto corria a barca...
Por minha cabeça não passava Só! Somente Só! Assim vou lhe chamar Assim você vai ser Só! Só! Somente Só! Assim vou lhe chamar Assim você vai ser Só! Somente Só! Assim vou lhe chamar Assim você vai ser Só! Só! Somente Só! Assim vou lhe chamar Assim você vai ser...
Eu ía lhe chamar! Enquanto corria a barca Eu ía lhe chamar! Enquanto corria a barca Lhe chamar! Enquanto corria a barca Eu ía lhe chamar! Enquanto corria a barca Eu ía lhe chamar! Enquanto corria a barca Lhe chamar! Enquanto corria a barca...
Abre a porta e a janela E vem ver o sol nascer...
Eu sou um pássaro Que vivo avoando Vivo avoando Sem nunca mais parar Ai Ai! Ai Ai! Saudade Não venha me matar Ai Ai! Ai Ai! Saudade Não venha me matar Ai Ai! Saudade Não venha me matar Ai Ai! Ai Ai! Saudade Não venha me matar...
Ponho os meus olhos em você Se você está Dona dos meus olhos é você Avião no ar Dia pra esses olhos sem te ver É como o chão do mar Liga o rádio a pilha à tv Só pra você escutar A nova música que eu fiz agora Lá fora a rua vazia chora
Os meus olhos vidram ao te ver São dois fãs, um par Pus no olhos vidros pra poder Melhor te enxergar Luz nos olhos para anoitecer É só você se afastar Pinta os lábios para escrever A tua boca em minha Que a nossa música eu fiz agora Lá fora a lua irradia a glória
E eu te chamo Eu te peço vem Diga que você me quer Porque eu te quero também
Faço as pazes lembrando Passo as tardes tentando Te telefonar
Cartazes te procurando Aeronaves seguem pousando Sem você desembarcar Pra eu te dar a mão nessa hora Levar as malas pro Fusca lá fora
E eu vou guiando Eu te espero vem Siga aonde vão meus pés Porque eu te sigo também
Eu te amo Eu te peço vem Diga que você me quer Porque eu te Quero também
Todo dia ela faz Tudo sempre igual Me sacode Às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca De hortelã...
Todo dia ela diz Que é pr'eu me cuidar E essas coisas que diz Toda mulher Diz que está me esperando Pr'o jantar E me beija com a boca De café...
Todo dia eu só penso Em poder parar Meio-dia eu só penso Em dizer não Depois penso na vida Prá levar E me calo com a boca De feijão...
Seis da tarde Como era de se esperar Ela pega E me espera no portão Diz que está muito louca Prá beijar E me beija com a boca De paixão...
Toda noite ela diz Pr'eu não me afastar Meia-noite ela jura eterno amor E me aperta pr'eu quase sufocar E me morde com a boca de pavor...
Todo dia ela faz Tudo sempre igual Me sacode Às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca De hortelã...
Todo dia ela diz Que é pr'eu me cuidar E essas coisas que diz Toda mulher Diz que está me esperando Pr'o jantar E me beija com a boca De café...
Todo dia eu só penso Em poder parar Meio-dia eu só penso Em dizer não Depois penso na vida Prá levar E me calo com a boca De feijão...
Seis da tarde Como era de se esperar Ela pega E me espera no portão Diz que está muito louca Prá beijar E me beija com a boca De paixão...
Toda noite ela diz Pr'eu não me afastar Meia-noite ela jura eterno amor E me aperta pr'eu quase sufocar E me morde com a boca de pavor...
Todo dia ela faz Tudo sempre igual Me sacode Às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca De hortelã... Anúncios Google Último Segundo Cotidiano
Boto fé, não me iludo Nessa estrada ponho o pé, vou com tudo Terra firme, livre, tudo o que eu quis do meu país Onde eu vou vejo a raça Forte no sorriso da massa A força desse grito que diz: "É meu país"
Verde e amarelo
Sou daqui, sei da garra De quem encara o peso da barra Vestindo essa camisa feliz do meu país Tudo bom, tudo belo Tudo azul e branco, verde e amarelo Toda a natureza condiz com o meu país
Verde e amarelo, verde e amarelo
Só quem leva no peito esse amor, esse jeito Sabe bem o que é ser brasileiro Sabe o que é:
Verde e amarelo, verde e amarelo
Bom no pé, deita e rola Ele é mesmo bom de samba e de bola Que beleza de mulher que se vê no meu país É Brasil, é brasuca Esse cara bom de papo e de cuca Tiro o meu chapéu, peço bis pro meu país
Verde e amarelo, verde e amarelo Verde e amarelo
Boto fé, não me iludo Nessa estrada ponho o pé, vou com tudo Terra firme, tudo o que eu quis é o meu país É Brasil, é brasuca Esse cara bom de papo e de cuca Tiro o meu chapéu, peço bis pro meu país
Verde e amarelo, verde e amarelo
Verde e amarelo
É a camisa que eu visto
Verde e amarelo
Azul e branco também
Verde e amarelo
É Brasil, é brasuca
Verde e amarelo, verde e amarelo
Boto fé, não me iludo Nessa estrada ponho pé, vou com tudo...
Madalena, o meu peito percebeu que o mar é uma gota comparado ao pranto meu Fique certa, quando o nosso amor desperta logo o sol se desespera e se esconde lá na serra Madalena, o que é meu não se divide Nem tão pouco se admite Quem do nosso amor duvide Até a lua se arrisca num palpite Que o nosso amor existe forte ou fraco alegre ou triste
A felicidade é como a pluma Que o vento vai levando pelo ar Voa tão leve Mas tem a vida breve Precisa que haja vento sem parar
A felicidade do pobre parece A grande ilusão do carnaval A gente trabalha o ano inteiro Por um momento de sonho Pra fazer a fantasia De rei ou de pirata ou jardineira Pra tudo se acabar na quarta-feira
Tristeza não tem fim Felicidade sim
A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranqüila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor
A felicidade é uma coisa boa E tão delicada também Tem flores e amores De todas as cores Tem ninhos de passarinhos Tudo de bom ela tem E é por ela ser assim tão delicada Que eu trato dela sempre muito bem
Tristeza não tem fim Felicidade sim
A minha felicidade está sonhando Nos olhos da minha namorada É como esta noite, passando, passando Em busca da madrugada Falem baixo, por favor Pra que ela acorde alegre com o dia Oferecendo beijos de amor
Se eu pudesse por um dia Esse amor, essa alegria Eu te juro, te daria Se pudesse esse amor todo dia Chega perto, vem sem medo Chega mais meu coração Vem ouvir esse segredo Escondido num choro canção Se soubesses como eu gosto Do teu cheiro, teu jeito de flor Não negavas um beijinho A quem anda perdido de amor Chora flauta, chora pinho Choro eu o teu cantor Chora manso, bem baixinho Nesse choro falando de amor
Quando passas, tão bonita Nessa rua banhada de sol Minha alma segue aflita E eu me esqueço até do futebol Vem depressa, vem sem medo Foi pra ti meu coração Que eu guardei esse segredo Escondido num choro canção Lá no fundo do meu coração
Zabelê, zumbi, besouro, vespa fabricando mel Guardo teu tesouro, jóia marrom, raça como nossa cor Nossa linda juventude, página de um livro bom Canta que te quero cais e calor, claro como o sol raiou Claro como o sol raiou
Maravilha, juventude, pobre de mim, pobre de nós Via Láctea, brilha por nós, vidas pequenas da esquina
Fado, sina, lei, tesouro, canta que te quero bem Brilha que te quero luz andaluz, massa como o nosso amor Nossa linda juventude, página de um livro bom Canta que quero cais e calor, claro como o sol raiou Claro como o sol raiou.
Maravilha, juventude, tudo de mim, tudo de nós Via Láctea, brilha por nós, vidas bonitas da esquina.
Mas é claro que o sol Vai voltar amanhã Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior De endoidecer gente sã Espera que o sol já vem...
Tem gente que está Do mesmo lado que você Mas deveria estar do lado de lá Tem gente que machuca os outros Tem gente que não sabe amar...
Tem gente enganando a gente Veja nossa vida como está Mas eu sei que um dia A gente aprende Se você quiser alguém Em quem confiar Confie em si mesmo...
Quem acredita Sempre alcança...
Mas é claro que o sol Vai voltar amanhã Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior De endoidecer gente sã Espera que o sol já vem...
Nunca deixe que lhe digam: Que não vale a pena Acreditar no sonho que se tem Ou que seus planos Nunca vão dar certo Ou que você nunca Vai ser alguém...
Tem gente que machuca os outros Tem gente que não sabe amar Mas eu sei que um dia A gente aprende Se você quiser alguém Em quem confiar Confie em si mesmo!...
Dale a tu cuerpo alegria Macarena Que tu cuerpo es pa' darle alegria y cosa buena Dale a tu cuerpo alegria, Macarena Hey Macarena
Macarena tiene un novio que se llama Que se llama de apellido Vitorino, Que en la jura de bandera el muchacho
Se metio con dos amigos Macarena tiene un novio que se llama Que se llama de apellido Vitorino, Y en la jura de bandera el muchacho Se metio con dos amigos
Macarena sueqa con El Corte Ingles Que se compra los modelos mas modernos Le gustaria vivir en Nueva York Y ligar un novio nuevo Macarena sueqa con El Corte Ingles Que se compra los modelos mas modernos Le gustaria vivir en Nueva York Y ligar un novio nuevo
Não tinha medo o tal João de Santo Cristo Era o que todos diziam quando ele se perdeu Deixou pra trás todo o marasmo da fazenda Só pra sentir no seu sangue o ódio que Jesus lhe deu
Quando criança só pensava em ser bandido Ainda mais quando com um tiro de soldado o pai morreu Era o terror da sertania onde morava E na escola até o professor com ele aprendeu
Ia pra igreja só prá roubar o dinheiro Que as velhinhas colocavam na caixinha do altar Sentia mesmo que era mesmo diferente Sentia que aquilo ali não era o seu lugar
Ele queria sair para ver o mar E as coisas que ele via na televisão Juntou dinheiro para poder viajar De escolha própria, escolheu a solidão
Comia todas as menininhas da cidade De tanto brincar de médico, aos doze era professor. Aos quinze, foi mandado pro o reformatório Onde aumentou seu ódio diante de tanto terror.
Não entendia como a vida funcionava Discriminação por causa da sua classe e sua cor Ficou cansado de tentar achar resposta E comprou uma passagem, foi direto a Salvador.
E lá chegando foi tomar um cafezinho E encontrou um boiadeiro com quem foi falar E o boiadeiro tinha uma passagem e ia perder a viagem Mas João foi lhe salvar
Dizia ele: "Estou indo pra Brasília Neste país lugar melhor não há Tô precisando visitar a minha filha Eu fico aqui e você vai no meu lugar"
E João aceitou sua proposta E num ônibus entrou no Planalto Central Ele ficou bestificado com a cidade Saindo da rodoviária, viu as luzes de Natal
"Meu Deus, mas que cidade linda, No Ano-Novo eu começo a trabalhar" Cortar madeira, aprendiz de carpinteiro Ganhava cem mil por mês em Taguatinga
Na sexta-feira ia pra zona da cidade Gastar todo o seu dinheiro de rapaz trabalhador E conhecia muita gente interessante Até um neto bastardo do seu bisavô
Um peruano que vivia na Bolívia E muitas coisas trazia de lá Seu nome era Pablo e ele dizia Que um negócio ele ia começar
E o Santo Cristo até a morte trabalhava Mas o dinheiro não dava pra ele se alimentar E ouvia às sete horas o noticiário Que sempre dizia que o seu ministro ia ajudar
Mas ele não queria mais conversa E decidiu que, como Pablo, ele ia se virar Elaborou mais uma vez seu plano santo E sem ser crucificado, a plantação foi começar.
Logo logo os maluco da cidade souberam da novidade: "Tem bagulho bom ai!" E João de Santo Cristo ficou rico E acabou com todos os traficantes dali.
Fez amigos, freqüentava a Asa Norte E ia pra festa de rock, pra se libertar Mas de repente Sob uma má influência dos boyzinho da cidade Começou a roubar.
Já no primeiro roubo ele dançou E pro inferno ele foi pela primeira vez Violência e estupro do seu corpo "Vocês vão ver, eu vou pegar vocês"
Agora o Santo Cristo era bandido Destemido e temido no Distrito Federal Não tinha nenhum medo de polícia Capitão ou traficante, playboy ou general
Foi quando conheceu uma menina E de todos os seus pecados ele se arrependeu Maria Lúcia era uma menina linda E o coração dele pra ela o Santo Cristo prometeu
Ele dizia que queria se casar E carpinteiro ele voltou a ser "Maria Lúcia pra sempre vou te amar E um filho com você eu quero ter"
O tempo passa e um dia vem na porta Um senhor de alta classe com dinheiro na mão E ele faz uma proposta indecorosa E diz que espera uma resposta, uma resposta do João
"Não boto bomba em banca de jornal Nem em colégio de criança isso eu não faço não E não protejo general de dez estrelas Que fica atrás da mesa com o cú na mão
E é melhor senhor sair da minha casa Nunca brinque com um Peixes de ascendente Escorpião" Mas antes de sair, com ódio no olhar, o velho disse: "Você perdeu sua vida, meu irmão"
"Você perdeu a sua vida meu irmão Você perdeu a sua vida meu irmão Essas palavras vão entrar no coração Eu vou sofrer as conseqüências como um cão"
Não é que o Santo Cristo estava certo Seu futuro era incerto e ele não foi trabalhar Se embebedou e no meio da bebedeira Descobriu que tinha outro trabalhando em seu lugar
Falou com Pablo que queria um parceiro E também tinha dinheiro e queria se armar Pablo trazia o contrabando da Bolívia E Santo Cristo revendia em Planaltina
Mas acontece que um tal de Jeremias, Traficante de renome, apareceu por lá Ficou sabendo dos planos de Santo Cristo E decidiu que, com João ele ia acabar
Mas Pablo trouxe uma Winchester-22 E Santo Cristo já sabia atirar E decidiu usar a arma só depois Que Jeremias começasse a brigar
Jeremias, maconheiro sem-vergonha Organizou a Rockonha e fez todo mundo dançar Desvirginava mocinhas inocentes Se dizia que era crente mas não sabia rezar
E Santo Cristo há muito não ia pra casa E a saudade começou a apertar "Eu vou me embora, eu vou ver Maria Lúcia Já tá em tempo de a gente se casar"
Chegando em casa então ele chorou E pro inferno ele foi pela segunda vez Com Maria Lúcia Jeremias se casou E um filho nela ele fez
Santo Cristo era só ódio por dentro E então o Jeremias pra um duelo ele chamou Amanhã às duas horas na Ceilândia Em frente ao lote 14, é pra lá que eu vou
E você pode escolher as suas armas Que eu acabo mesmo com você, seu porco traidor E mato também Maria Lúcia Aquela menina falsa pra quem jurei o meu amor
E o Santo Cristo não sabia o que fazer Quando viu o repórter da televisão Que deu notícia do duelo na TV Dizendo a hora e o local e a razão
No sábado então, às duas horas, Todo o povo sem demora foi lá só para assistir Um homem que atirava pelas costas E acertou o Santo Cristo, começou a sorrir
Sentindo o sangue na garganta, João olhou pras bandeirinhas e pro povo a aplaudir E olhou pro sorveteiro e pras câmeras e A gente da TV que filmava tudo ali
E se lembrou de quando era uma criança E de tudo o que vivera até ali E decidiu entrar de vez naquela dança "Se a via-crucis virou circo, estou aqui"
E nisso o sol cegou seus olhos E então Maria Lúcia ele reconheceu Ela trazia a Winchester-22 A arma que seu primo Pablo lhe deu
"Jeremias, eu sou homem. coisa que você não é E não atiro pelas costas não Olha pra cá filha-da-puta, sem-vergonha Dá uma olhada no meu sangue e vem sentir o teu perdão"
E Santo Cristo com a Winchester-22 Deu cinco tiros no bandido traidor Maria Lúcia se arrependeu depois E morreu junto com João, seu protetor
E o povo declarava que João de Santo Cristo Era santo porque sabia morrer E a alta burguesia da cidade Não acreditou na história que eles viram na TV
E João não conseguiu o que queria Quando veio pra Brasília, com o diabo ter Ele queria era falar pro presidente Pra ajudar toda essa gente que só faz...